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Evoluindo os modelos de Programas de Gestão de Emergências |
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27NOV2010 – Entre as questões fulcrais relativas à adopção e evolução de programas de gestão de emergências, crises e desastres situam-se a ponderação da respectiva relação custo-benefício e a sua inserção na construtura organizacional. Em artigo publicado na última edição do “Journal of Business Continuity & Emergency Planning”, Deane Johanis, utilizando como referência o caso do aeroporto internacional Lester B. Pearson em Toronto, aborda as seguintes questões no contexto da evolução dos denominados programas modernos de gestão de emergências:
- Como é que um programa de gestão de emergências se encaixa na construtura mais ampla da entidade organizacional? - Que mudanças são necessárias para que os programas de gestão de emergências sejam considerados como programas estratégicos de valor acrescentado?
Referências: http://www.biomedsearch.com/nih/Evolving-emergency-programme-models/20826387.html |
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"Só Acontece aos Outros!" |
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27NOV2010 - O artigo “Cross-cultural differences in risk perception of disasters”, editado na passada edição de Outubro da publicação “Risk Analysis”, revela os resultados de um estudo envolvendo grupos de trabalhadores Japoneses, Norte-Americanos e Argentinos, no seguimento de pesquisa anterior que já tinha revelado uma atitude geral de optimismo relativamente à percepção do risco. Neste estudo é patente a significativa diferença entre as respectivas culturas no grau que revelam de percepção de exposição ao risco, a qual não corresponde ao nível real dessa exposição. Revelando os Japoneses o maior grau de percepção de risco, quer no que respeita a desastres naturais, quer a acções terroristas, mais interessante é o facto de os participantes de todas as culturas terem avaliado o risco a que eles individualmente estavam sujeitos como inferior ao risco para os outros (polarização optimista) em todos os tipos de desastre.
Referências: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1539-6924.2010.01451.x/abstract |
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Aprovado o Quadro para a Avaliação e Gestão dos Riscos de Inundações |
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05NOV2010 – Com a entrada nas estações do Outono e Inverno, o país é frequentemente afectado por inundações devidas não só a períodos mais prolongados de pluviosidade, com as resultantes cheias dos rios e fortes correntes associadas – como aconteceu na tragédia de Entre-os-Rios em 2001 – mas também ao efeito de fortes chuvadas agravadas pela impermeabilização dos terrenos e deficiente funcionamento dos sistemas de escoamento de águas, gerando prejuízos avultados em dezenas de minutos. Exemplos mais recentes são as cheias de 18 de Fevereiro de 2008, nas regiões de Lisboa e Setúbal, e a forte chuvada ocorrida no passado dia 28 de Outubro em Lisboa, em que, “em poucos minutos as estradas ficaram intransitáveis, o metro fechado, casas inundadas e automóveis totalmente danificados”(RTP1).
Com o objectivo de reduzir essas consequências prejudiciais, o Decreto-lei 115/2010 de 20 de Outubro veio transpor para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2007/60/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de Outubro, aprovando o quadro para a avaliação e gestão dos riscos de inundações. A avaliação preliminar dos riscos de inundação deverá estar concluída até 22 de Dezembro de 2011, as cartas de riscos de inundações e as cartas de zonas inundáveis elaboradas até 22 de Dezembro de 2013 e os planos de gestão dos riscos de inundações concluídos antes de 22 de Dezembro de 2015.
Referências: http://www.ceg.ul.pt/finisterra/numeros/2002-74/74_02.pdf http://www.meteo.pt/resources.www/docs_pontuais/ocorrencias/2008/rel_dmc_cheias18022008_v1.0.pdf http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=174773&headline=20&visual=9 |
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