Áreas de Intervenção
Na Made2Coach, apesar das equipas serem muitas vezes multidisciplinares, por existir alguma especificidade dos seus actores, a abordagem é feita pela natureza do problema, havendo áreas de intervenção mais verticalizadas, como sejam, por exemplo, a Segurança (Safety), a Protecção (Security), os Sistemas de Informação e outras mais transversais como sejam, por exemplo o Apoio à Decisão e a Comunicação de Crise. A Medicina de Crise, dependendo do âmbito a considerar, poderá ser entendida como uma área mais verticalizada (ex: o combate específico a pandemias), mas é normalmente vista de forma mais horizontal quando faz sentido ser considerada. Estendemos a nossa área de intervenção à verificação da aplicação do código ISPS - Código Internacional para a Protecção dos Navios e das Instalações Portuárias e à formação especifica neste âmbito. No entanto, quando se aborda este tema, o conjunto de ameaças/circunstâncias que podem afectar uma empresa com um impacto potencial de comprometer as suas tarefas/actividades críticas para o seu negócio, podem ser classificadas por tipo de riscos, ou seja:
Culturalmente muitas empresas acreditam que as apólices de seguro pagarão todos os danos emergentes de um acidente, não questionando por isso a importância ou necessidade de ter uma que cubra os danos decorrentes de um evento que afecte o seu negócio ou actividade. No entanto, começa a sentir-se entre os decisores uma mudança de atitude face a esta questão, havendo já muitos que consideram a necessidade de desenvolver e implementar um sistema de gestão para garantir a continuidade desse mesmo negócio ou actividade.
Quer nas grandes empresas dos sectores mais críticos da sociedade, como a energia, as telecomunicações, o transporte, a saúde ou o sistema financeiro, quer em muitas outras de maior ou menor dimensão, os Sistemas e Tecnologias de Informação constituem uma parte crítica da cadeia de valor do seu negócio. O maior problema é que os Planos de Contingência e os Planos de Continuidade de Negócio, apesar de preverem o seu treino, raramente são testados por falta de "vontade política" dos decisores das empresas. Por outro lado, o PCN deve ser testado em situações de treino tão próximas da realidade quanto possível, de forma a verificar, na prática, a sua adequabilidade aos objectivos pretendidos. Muitas são as situações em que o PCN parece perfeito mas, quando se tem de pôr em prática, existem falhas porque a pessoa chave ficou doente, ou não tem permissões para mexer no sistema, ou não faz exactamente o que devia, ou sobrepõem-se as idiossincrasias de relacionamento entre departamentos e pessoas.
Ou seja, caso ainda não tenha uma estratégia definida, planos desenvolvidos ou desenvolvidos e não testados, então está no lugar certo para solicitar ajuda para o fazer !!
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